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ARTIGOS E CRÔNICAS - GIUSE BRANDONI
 

IMPRENSA BRASILEIRA NO CORNER.

Giuseppe Brandoni – 1º/02/15

 

E o New York Times pede explicações à senhora presidente do Brasil. Depois de Larry Summers cobrar um certo pinguço, agora o maior escândalo corporativo da planeta incomoda a imprensa internacional;

E agora Frias, Marinhos que é do valor da imprensa brasileira? Enquanto vocês se juntaram para proteger um analfabeto e o entronizaram no poder para resolverem suas dívidas não pensaram que tudo poderia desembocar nisso?

Mas ganância e goela larga não conduzem empresários ao sucesso.

 Enquanto a Globo News fica promovendo imbecis  jornalistas petistas para mostrar que Dilma é cada vez mais Dilma e blindam covardemente o mentor de tudo. Enquanto pintam um mundo cor de rosa catanhede e ficam a dar boas notícias leilane vidor, o país apodrece.

Sejam duros, jornalistas! Vocês têm um valor imenso mas não podem se curvar. O caso Petrobrás é gravíssimo e seus desdobramentos são catastróficos. Reajam, citados e outros.

O país da inversão de valores e do jeitinho.

Carnaval: vamos ter. Patrocinado pelo capo.

Mas água, energia e vergonha vão faltar. Bem mas isto não é com ele. 

É uma lástima para a imprensa brasileira que do New York Times, Financial Times, El País, The Guardian, venham lições e  falem aquilo que  grande parte da nossa imprensa combalida não toca.

A imprensa e seus editoriais deveriam estar pedindo o que eu pergunto agora: o que fazem ainda no governo a presidente incapaz e inepta e seus protegidos.

 Já passou da hora de trocar toda a diretoria da empresa.

Coloquem o diretor novo de compliance para montar uma equipe. Ou este será bibelô com medo de ser quebrado pela fúria das mulheres da presidência? Não é com prepotência que resolvemos um problema de não saber administrar nada. Por isto foi expurgada de MG e tiveram de fazer essa vergonhosa compra de votos via Petrolão.

Raspe a barba Aécio ou vai aumentar o grau de covardia? Desista Alckmin. Lugar de doutor é no hospital e não dar soluções de engenheiro de obra pronta. A falta de planejamento do país é uma vergonha. Também pudera.

O apedeuta colocou a viúva do Celso Daniel como Ministra. Somos um país dominado por medíocres espertos. Enquanto a SEC prepara uma ação contra a Petrobrás a CVM dormita e esquece que os pequenos acionistas  -que subscreveram ações da empresa no mega aumento de 2010 - perderam quase tudo. Que sofreram um estelionato inominável para fornecer um dinheiro que se escoou no ralo da corrupção e da incompetência de Lula e de seu séquito de ladrões.

Acorda país de babacas.

É nas ruas, é expurgando do congresso as sumidades de ladrões é que ainda será possível salvar o país.

A marcha dos 40 centavos é patrocinada para desviar a atenção dos verdadeiros dramas que letalmente reduzirão a pó a economia brasileira.

A verdadeira passeata deve portar cartazes pedindo a destituição da corrupção do país. E todos os que participaram delas devem expiar sua culpa.

A Petrobrás era a grande força motriz do país. Foi vítima da incompetência de uns - Dilma a frente - e da safadeza e esperteza megalomaníaca de outros - Lula e seu bando. 

Nada diferente da OGX. Os mesmos comunicados. As mesmas mentiras.

Fora bando de ladrões e incompetentes!

 

 

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 Escrito por Giuse Brandoni às 21h11 [] [envie esta mensagem]



CANSEI... Estou sendo roubado!

 

Giuseppe Brandoni  – 31/01/15

 

Fora Dilma - que acoberta uma Diretoria de imbecis, incompetentes e vermes.

Fora Graça, que além de cínica, incapaz e conivente é velha e feia e tem a voz grossa das comadres rameiras.

Quanto falta de vergonha para manter-se num cargo. Não conseguiria emprego nem para administrar um botequim.

Barbassa: dá pena vê-lo falar.

Quer dizer que você como financeiro da empresa não consegue gerir uma empresa e não consegue montar um balancete honesto, depois desse tempo todos. Que diabos de “Financeiro” é você que não conhece o que lhe vai debaixo do nariz. Não há como dissociar a execução financeira da física e do trivial dia a dia da empresa. Vocês estão perdidos menos a cínica desgraça que conserva a arrogância de sempre com aquela da sua amada chefe. Chega de voz grossa e prepotência.

Uma trama desta envergadura não ocorre sem o conhecimento de quem é pago para dirigir e ter responsabilidades. Fora, rua para todos por incompetência e conivência. Isto no mínimo. O resto vem depois.

Que asco!

Tenham vergonha na cara como eu tenho de ser brasileiro e ver o mundo todo lá fora rindo da passividade e imbecilidade do povo do Brasil

Escreve-se, comenta-se e ninguém toma atitude de macho.

Que os jovens ao invés de irem reclamar migalhas de centavos se envolvam em Brasília e rodeiem o congresso de putas e portem faixas pedindo a saída dos canalhas, ladrões e incompetentes.

Revoltem-se todos contra os sacanas e peçam a saída de todos.

O Congresso é muito caro, incapaz, ineficiente, autotransacional e de maioria corrupta. Bastaria dois representante por Estado escolhidos por um vestibular para selecionar os que pudessem ingressar.

Hoje, são todos ladrões que nos enganam.

E basta de comentários na maioria das vezes idiotas ou sem eficiência.

Com bandidos, palavras não bastam!

E os que estão por aí, são terroristas que com sua política de conchavos implodiram o país. O escândalo da Petrobrás tem o poder de reduzir a pó tudo o que país construiu durante há 500 anos, Sr. Inácio!

O brasileiro precisa aprender a ser macho e pedir a cabeça desses vermes. Sem água, sem energia e com a ex-maior empresa destruída por causa de uma imbecil que sucedeu outro imbecil que foi apoiado por empresários corruptos para se locupletarem.

O PT conseguiu atingir o ápice: destruiu o país com sua incompetência, despreparo, ganância e sede de poder.

E o brasileiro, esse grande povo de babacas, fica assistindo a tudo de cócoras sem fazer um movimento sequer. Assistindo babacas como Renan mesmo enrolado até o pescoço, com sua vida de falcatruas sendo eleito de novo presidente da casa de tolerância máxima. Cadeia é pouco para Lula , Dilma, os velhacos do supremo e do congresso. Cadeira elétrica neles.

É preciso parar de comentar e agir como machos.

Ao invés de ficar escrevendo, desistimos. Falta no país um herói messiânico, islâmico, xiita, bolsonarista que implementasse uma bomba no congresso e agindo à imagem e semelhança de uma certa terrorista recalcada e psicopata agiu na sua pobre juventude de maluca.

Sim somos desgovernados por uma maluca tresloucada com sede de vingança que substitui um ventríloquo que continua falando pelo traseiro e ainda pior, sendo pago por isto.

Quando é que vamos queimar em praça pública esses monstros, esses ídolos de araque cultuados por ignorantes. Esses falsos ídolos que se apegaram á grandeza de um país continental e enganaram o mundo, acabaram com o país.

Basta de palavras e comentários.

Dirijam suas experimentações de comentários para manifestos pedindo o fechamento do congresso e a renúncia das putas.

 

POBRE OPOSIÇÃO

Hoje o Aécio me aparece em Brasília com uma barba igual àquela dos celerados fanáticos do PT. Estamos no fim dos tempos.

 Não adianta escrever com elegância.

Bandido bom é bandido morto.

Brasília é um antro que destruiu o país.

O brasileiro é muito medíocre para merecer a democracia. Precisamos de um regime forte para por fim aos descalabros que estão nos liquidando. Ver o Alckmin com um plano mirabolante se gabando e se enredando com a Dilma é realmente o fim do mundo.

Vá clinicar, doutor Chuchu. O país precisa de regime duro e de engenheiros honestos e competentes para replanejar e construir soluções de verdade. Eles estão às dezenas pelo país. É muita mediocridade junto. Um de barba e outro apesar da desgraça do abastecimento de água já está querendo furar o olho do Aécio - de barba. Todos os políticos da safra atual deveriam ser banidos e enxotados para a Sibéria. Parem de estória e ao invés disso, corram uma lista pedindo imediatamente a renúncia da dupla que desgraça o país. As duas não servem - como Lula não servia - nem para administrar um carrinho de pipoca.

Basta. Assinem um abaixo assinado e mandem para Brasília e para o papa. Quem sabe ele como bom argentino nos ensinaria a fazer um cacelorazo na Praça dos Três fajutos Poderes.

E a dar um murro na cara daqueles que com sua inépcia destruíram o país.

A Petrobrás faliu.

Não consegue um centavo de banqueiro nenhum.

É preciso tirar a Dilma antes que ela queime as nossas reservas para tentar salvar o que insalvável.

Quebraram a Petrobrás.

Fora Dilma. Fora Graça. Quero o meu dinheiro de volta bando de ladrões. 

 

 

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 Escrito por Giuse Brandoni às 21h02 [] [envie esta mensagem]



“E DEUS CRIOU A MULHER.”

 

OS EMPRESÁRIOS QUE PEGARAM DINHEIRO NO BNDES CRIARAM O DIABO.

 

Giuseppe Brandoni – 20/12/14

 

Louis Malle fez a Brigitte Bardot em “Et Dieu crée la femme”. Hoje ela envelhecida e sem o viço de outrora cria gatos e cachorros.

Os empresários brasileiros, sedentos para se locupletarem em sinecuras nunca dantes vistas neste país de otários, criaram o nordestino, filho de uma bondosa procriadora.

Este, vagabundo por índole e esperto por ocasião, viu no dedo a chance de se aposentar precocemente.

E assim começou a gestação do maior prestidigitador do país.

Troglodita de barba e trombeteador pelo traseiro cedo aprendeu a gritar e a cuspir palavras de ordem num carro de som.

Sem lenço e sem documento fascinou desde artistas, intelectuais, presidiários e repelidos pela sociedade imune a gays lésbicas e assemelhados. Deste conluio com empresários sem caráter ou em rota de falência surgiu e foi urdida uma trajetória de cinismo e de engodo até chegar ao posto máximo de um país continental, mas provinciano e senil de ideias e formação moral. Padrão novela da Globo desde há cinquenta anos atrás.

Depois das primeiras roubalheiras de codinome mensalão deveria ter sido apeado do poder, mas apaniguados empresários impediram sua queda acionando seus deputados e senadores inclusive do partido mais covarde do país que vendo a espécie sangrar, achou que não sobreviveria e dando-lhe um oxigênio propiciou o ressurgimento de um dos mais hipócritas atores da política nacional: o homenzinho que nunca sabia de nada.

Mas se não sabia de nada e deveria de tudo saber, prevaricou. Por que então não foi até agora trancafiado e deixado à míngua numa masmorra junto com seus ratos da quadrilha que ele mesmo encorpou durante anos?

Quem se omite e se declara irresponsável é prevaricador e se prevarica deve perder o mandato. É simples. É cristalino.

Mas no Brasil de Renas, Renans e políticos safados, acreditar-se num deus fajuto e de barbas fétidas com odor de cachaça é êxtase para a população de famintos de tudo.

E o diabo inventou o país da inversão de valores que agora no seu capítulo final, desnuda o ícone da hipocrisia na fedentina da Petrobrás.

Eleições fraudadas com o dinheiro do sub-mundo da corrupção comprando os desvalidos do país de ignorantes e imbecis.

O país precisa ser reconstruído. Mas suas estruturas estão tão carcomidas que primeiro será preciso implodi-lo e começar de novo do zero tijolo a tijolo.

Mas há de se fazê-lo direito com cronograma bem esquematizado e definidas as prioridades. Afinal isto aqui não é a Abreu e Lima e não haverá superfaturamento. Que tal começarmos pela Casa de Tolerância Máxima? O Concerto das putas e sacanas. E tornar direito o Torto.

Mas se não chamarmos o Pires, quem comandará esta faxina?!

Não tem solução: vamos exigir a renúncia já por incapacidade demonstrada.

A entrevista da desgraça da Petrobras foi uma cuspida na cara dos brasileiros.

A desfaçatez com que em cadeia nacional disse que está consertando as coisas na Petrobrás mas que não poderia assegurar conhecer o tamanho dos prejuízos nem em 30 dias, nem 60 dias. E nem em 365 dias ou em 720 dias é uma cusparada na cara de cada indivíduo do país e em cada investidor do mundo que comprou ações superavaliadas da empresa no maior aumento de capital da sua história. As duas presidentes – a que foi do conselho de Administração quando da operação de lavagem de dinheiro de Pasadena e da atual presidente da empresa deveriam sair presas. Imediatamente.

 

Pela sua irresponsabilidade – e o estatuto da empresa é muito claro sobre as atribuições e obrigações da presidente do Conselho - ela é responsável pela ações de seus diretores e deve responder inclusive pecuniariamente se não verificar a atuação e performance de quem está sob sua gestão.

Dilma e Graça podem se despir de tudo.

Até da vergonha na cara por serem responsáveis pelo maior escândalo do planeta, pasmem. Nem a Enron americana nos supera. Mas seu fundador e presidente do Conselho já morreu e o outro, o Financeiro gestor e arquiteto da fraude Jeff  Skindler mofa numa prisão em Houston.

Sim Senhor Inácio do Triplex cedido graciosamente pela OAS: nunca dantes na história desse país tivemos uma bancarrota tão formidável e desqualificante. Pode colocar no seu currículo de impostor.

Vá dar palestras para imbecis que também acabarão por quebrar no imenso caudal cheio de óleo sujo.  O transatlântico “Petrobrás” vai a pique com suas plataformas superfaturadas.

Para os mentirosos, dizia-se antigamente, que deveria se atar uma pedra em volta do pescoço do mesmo e atirá-lo ao mar para que não desse mau exemplo às inocentes crianças.

 

De empresa de quase valor igual a Exxon Mobil saiu de US$ 300 bilhões para menos de US$ 40 bilhões mas pasmem.

Não atingiu ainda a camada do pré-sal.

Se eu acertei em 27/10/14 quando previ que as ações de R$ 15,00 chegariam a R$ 10,00, hoje o pré –sal distante nos remete a rever a posição. Se Dilma e Graça não saírem rapidamente os estrangeiros a levarão a R$ 5,00.

Hoje eu tenho vergonha de dizer a um estrangeiro que eu sou brasileiro, formado, culto, viajado e que não consigo conviver em meio a esse mar de estrume montado por vermes, terroristas e parasitas como os que pululam em Brasília e cercanias.

Construam-se cadeias com o dinheiro de Pasadena.

Dá para pelo menos 200 casas de detenção para 200 marginais cada e com boas acomodações.

CDP*s já para políticos e juízes corruptos

*Centro de Detenção Permanente com pena ad aeternum para que nunca mais possam voltar à cena. Só oito anos é mais uma piada brasileira de mau gosto.


Cadeia já para os cínicos, falastrões, rufiões e ladrões do dinheiro público.

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 Escrito por Giuse Brandoni às 20h55 [] [envie esta mensagem]



Em VEJA fev 2015

Marta volta a criticar Dilma: 'Faz a vaca engasgar de tanto tossir'

Senadora fez duros ataques à presidente e ao PT em artigo. Afirma que Dilma age sem transparência e que partido está atarantado sob 'sérias denúncias'

 

Dilma Rousseff e Marta Suplicy (Fernando Bizerra Jr./EFE/VEJA)

A senadora Marta Suplicy (PT-SP) deu sequência nesta terça-feira às duras críticas que tem feito à presidente Dilma Rousseff e ao PT. Em artigo publicado pelo jornal Folha de S. Paulo, Marta ataca a condução da política econômica por Dilma – e afirma: não houve transparência do governo federal diante do cenário econômico.

Leia também:
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"Temos vivido crises de todos os tipos: crise econômica, política, moral, ética, hídrica, energética e institucional. Todas elas foram gestadas pela ausência de transparência, de confiança e de credibilidade", escreve a senadora. "Se tivesse havido transparência da condução da economia no governo Dilma, dificilmente a presidente teria aprofundado os erros que nos trouxeram a esta situação de descalabro", continua. Marta trata na sequência do aumento das tarifas promovido no primeiro mês do novo mandato da presidente, além do cenário de inflação alta e elevação dos juros. Ainda critica o que chamou de "diminuição dos direitos trabalhistas". Para a senadora, Dilma faz "a vaca engasgar de tanto tossir".

Marta critica a nomeação de um nome que "agrada ao mercado e à oposição" para a Fazenda, em referência a Joaquim Levy, sem que a presidente tenha dito uma palavra a respeito. "Se tudo ia bem, era necessário alguém para implementar ajustes e medidas tão duras e negadas na campanha? Nenhuma explicação". E prossegue: "O PT vive situação complexa, pois embarcou no circo de malabarismos econômicos, prometeu, durante a campanha, um futuro sem agruras, omitiu-se na apresentação de um projeto de nação para o país, mas agora está atarantado sob sérias denúncias de corrupção".

Na sequência, a senadora critica o silêncio da presidente Dilma Rousseff, que não fala em público desde sua posse, em 1º de janeiro. "A peça se desenrola com enredo atrapalhado e incompreensível. O diretor sumiu", finaliza.

 

caixando. A última revelação pode ser a chave do quebra-cabeça. Bumlai, o amigo íntimo do ex-presidente que tinha entrada livre ao Palácio do Planalto, está envolvido até o pescoço no escândalo de corrupção montado na Petrobras durante o governo petista.

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 Escrito por Giuse Brandoni às 20h49 [] [envie esta mensagem]



Em VEJA

m VEJA desta semana

Amigo íntimo de Lula é peça-chave do petrolão

Surgem indicios do envolvimento profundo do empresario José Carlos Bumlai com o escândalo que sangrou a Petrobras. Ele tinha acesso livre ao Palácio do Planalto na gestão de Lula e até hoje resolve problemas de sua familia

Rodrigo Rangel e Adriano Ceolin

 

SUPERCREDENCIAL - José Carlos Bumlai, amigo íntimo do presidente Lula, estava autorizado a entrar quando quisesse, na hora em que bem entendesse      (Cristiano Mariz/VEJA)

Um dos grandes pecuaristas do país, José Carlos Bumlai conta que visualizou em sonho sua aproximação com Luiz Inácio Lula da Silva, quando ele era apenas aspirante à Presidência. Com a ajuda de um amigo comum, Bumlai conheceu o petista e o sonho se realizou. O pecuarista tornou-se íntimo de Lula. O sonho embutia uma profecia que ele só confidenciou a poucos: a aproximação renderia excelentes resultados para ambos. Assim foi. Lula chegou ao Planalto, e Bumlai, bom de negócios, bem-sucedido e rico, tornou-se fiel seguidor do presidente, resolvedor de problemas de toda espécie e, claro, receptador de dividendos que uma ligação tão estreita com o poder sempre proporciona. No governo, só duas pessoas entravam no gabinete presidencial sem bater na porta. Bumlai era uma delas. A outra, Marisa Letícia, mulher de Lula.

Desde 2005, sabia-se em Brasília que Bumlai também tinha delegação para tratar de interesses que envolvessem a Petrobras. Foi ele, por exemplo, um dos responsáveis por chancelar o nome do hoje notório Nestor Cerveró, um desconhecido funcionário da estatal, para o posto de diretor internacional da empresa. Em sua missão de conjugar interesses públicos e privados, Bumlai tinha seus parceiros diletos, aos quais dedicava atenção especial. Não demorou para que começassem a chegar ao governo queixas de empresários descontentes com “privilégios incompreensíveis” concedidos aos amigos do amigo do presidente.

Uma das reclamações mais frequentes envolvia justamente a Petrobras e uma empreiteira pouco conhecida até então, a UTC, que de repente passou a assinar contratos milionários com a estatal, ao mesmo tempo em que surgia como uma grande doadora de campanhas, principalmente as do PT. Gigantes da construção civil apontavam Bumlai como responsável pelos “privilégios” que a UTC estava recebendo da Petrobras. Hoje, a escalada dos negócios da UTC é uma peça importante da Operação Lava-Jato, que está desvendando o ultrajante esquema de corrupção montado no coração da estatal para abastecer as contas bancárias de políticos e partidos. A cada depoimento, a cada busca, a cada prova que se encontra, aos poucos as peças vão se en Política

Marta volta a criticar Dilma: 'Faz a vaca 

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 Escrito por Giuse Brandoni às 20h46 [] [envie esta mensagem]



DISCURSO OCO PARA UMA POSSE OPACA

 

Giuseppe Brandoni – 01/01/2015.

 

Enquanto graves problemas demandam presença intensa de um timoneiro com força, serenidade e lucidez, estamos todos entregues a uma cansada e cansativa figura que discursa mesmices, e com inaudita hipocrisia atribui à crise externa os problemas do país. Faz uma festa provinciana para crentes arrastados dos rincões por ônibus pagos com o dinheiro do contribuinte, empossa senhores medíocres e inexpressivos em sua maioria. E por fim, volta para a base naval militar para seu merecido repouso de guerrilheira que o tempo não abate.

E nada muda na Petrobrás a não ser que um dos canhões da posse erre o alvo e derrube a diretoria que não sabia de nada como reza o mantra da cartilha petista do descaramento.

 

As palavras sem conteúdo de um discurso insípido e de repetição de malversadas ações e se antepondo até a medidas de véspera em que foram eliminados alguns benefícios dos aposentados ou de suas futuras viúvas, a presidente abusou da alienação para a gravidade do momento do país.

 

A sua renitente teimosia em não desligar toda a diretoria inepta da Petrobrás, inaptidão esta demonstrada pelo seu, quando nada, alheamento ao que se passava sob as suas barbas, é lamentável e trará prejuízos incalculáveis ao país.

Ou a presidente, que passou pelo CA da empresa, ignora como disse desconhecer as maquinações de Pasadena, a alavancagem da petroleira, o seu endividamento grandioso e que, com a credibilidade no fundo do mar, não terá mais as benesses de banqueiros e investidores solapados pelo incrível festival grotesco de erros de gerenciamento da diretoria, desvio de recursos, concorrências evitadas pelo impávido e esperto recurso dos RDCs para beneficiar a pressa das contratações do esbulho que tornaram a empresa, e o que é pior, e o país, em inviáveis financeiramente.

A demissão completa da diretoria já deveria ter sido feita e assim a presidente prevarica novamente. Prevaricou como presidente do CA e prevarica agora.

Antes das eleições previmos que as ações da Petrobrás chegariam a R$ 10,00 se não fossem tomadas medidas imediatas para uma diretoria sob suspeição. Quando nada de incompetência. Enquanto não demitida a diretoria as ações da Petrobrás continuarão a cair até tornar a própria presidente refém de sua inação.

As reservas de US$ 375 bi são um tosco grão incapaz de alimentar e suprir a voragem do desdobramento da infame aventura e esbulho de políticos e empresários vorazes e desonestos.

Alguns como o ex presidente ainda têm o rompante de repetir que não sabia de nada e pior, ainda são ouvidos por jornalistas imbecis que dão crédito para as suas repentices. Um mero papagaio de pirata que conseguiu enganar de José Alencar a Johanpeter Gerdau que como self made men não precisavam de nenhuma graça do BNDES pois foram exímios na arte de usarem o mercado de capitais e construíram sem reparo seus impérios. 

O rombo nas contas públicas aliviadas pela farsa da contabilidade criativa e a fragilidade de um congresso que aprovou a mudança da meta de superávit, não será suficiente para equacionar a tremenda devastação ocasionada pelo estupro da corrupção na nossa ex maior empresa.

A empresa que valia como nº 1 do país em 2011 pouco depois do aumento de capital que enganou uma multidão de neófitos no mercado de capitais – proeza nunca dantes nesse país produzida - por única responsabilidade do Sr. Luiz Inácio e os seus preparados rufiões especialistas em tudo e inclusive a sra presidente do conselho que refugada por Minas Gerais – foi buscar no sul – um local para fazer seus ensaios para produção de caos – pois vejam uma empresa que valia quase US $ 200 bilhões hoje vale cerca de US $ 47 bi. Aliás, valia, pois com a mensagem evasiva e sem conteúdo do discurso de posse, a presidente que não demite companheiros, mesmo que com sua incompetência potencializem a sua própria desdita e incapacidade, levou a mais um tombo dramático na cotação da Petrobrás que caíram na sexta dia 2,  6,59%.

Enquanto isto na base militar naval a guerreira descansa e deixa tranquilos a graça e a desgraça do país.

Conseguiu produzir junto com seu ventríloquo repentista, o seu socialismo dos sonhos. Participou do butim, locupletaram-se todos e ainda deram um golpe de mestre em empresários astutos na arte de modelar licitações. Eles estão presos e os políticos velhacos e dirigentes vermelhos... De tanto sorrir e acenar para seus rebentos na posse mais esvaziada, provinciana e medíocre da triste democracia de ocasião bem a molde do dócil carneiro brasileiro que tem pelo ano chinês esse 2015 todo como seu.

Lamentável!

 

 

 

 

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 Escrito por Giuse Brandoni às 20h40 [] [envie esta mensagem]



DE SARNEY A KASSAB: A EXCRESCÊNCIA DO ACASO

 

Giuseppe Brandoni – 14/01/15

 

Permito-me tecer um comentário que ousa se situar no outro lado da sempre correta linha do preclaro e ímpar Jornalista. Escrevo com J maiúsculo pois,  cada vez, no avanço de longeva experiência, decepciono-me com a letárgica apatia que move a grande maioria dos profissionais de imprensa no Brasil. V.Excia é exaltado e chancelamos sempre pelas virtudes cada vez mais raras na classe.

Temos terroristas da incompetência - quando nada, deste adjetivo - no poder e a nossa combalida imprensa ainda abriga quem incense e tente isolar a responsabilidade e a gravidade dos desdobramentos do escândalo da Petrobrás. É  inadmissível que a imprensa se omita e não exija - representando os cabeças pensantes e os cidadãos decentes do país - a demissão de duas legítimas responsáveis pela avalanche que soterrou a antiga maior e mais renomada empresa brasileira. Se a chefe da nação não demitiu preventiva e salutarmente toda a diretoria inepta da empresa, deveria ela pelas razões reais e inequívocas de sua participação diretíssima nos desmandos da empresa ser demitida, sofrer  impeachment, ou renunciar confessando a sua desmesurada incompetência. É assim no mundo inteiro, porque haveremos de ser diferentes diante do maior escândalo corporativo do planeta. Temos um diretor da empresa abrindo as vísceras dos desmandos inavaliáveis cometidos e as duas senhoras que são responsáveis pelo lesa pátria – sem prejuízo dos outros envolvidos – continuam em cena. Que país é este?

 

O país lamentavelmente é a terra dos dirigentes políticos que se fazem por acaso. Começam do nada.  Como simples coadjuvantes.  E a nossa triste sina paramentada e chancelada por uma imensa população de analfabetos de fato e de espírito, consagra sumidades da desfaçatez, da esperteza oportuna e do desleixo e compadrio interesseiro de empresários gananciosos.

 

Temos na história recente lamentavelmente alguns exemplos de políticos que chegaram ao poder por acaso e pela sua esperteza inata ao adesismo fisiológico de ocasião.

 

Na pressa da madrugada apressada para o preparo da faina da quarta nobre que promete emoções e desafios, valho-me de alguns herdeiros que se consagraram pelo acaso e deste fizeram todos se esquecer  de, no correr do tempo.

 

Sarney, o sátrapa maranhense, que da radical UDN combativa,  manso e sorrateiro aderiu aos nobres militares de alta estirpe, colou-se espertamente em Tancredo, e na impossibilidade suspeita da morte deste, assumiu por força do acaso os destinos da nação e fez o que sempre fez na vida. Adesista litúrgico e com discreta elegância fazendo conchavos até para se consagrar membro da academia mesmo com as intragáveis obras primas que cunhou. Não me refiro por óbvio a obras concretas que sob sua direção se tornaram abstratas como a Ferrovia Norte Sul. Mas a marimbondos que substituíram os mosquitos da dengue na literatura de proveta.

 

Companheiro de lutas, embora menos agressivo e visível do que Dilma nos tempos de impetuoso jovem, no terrorismo explícito para combater o governo militar solicitado em praça pública pelas classes média paulista e mineira nos anos 60, o fraquíssimo prefeito, ministro, e agora governador de Minas, também chegou à política e ao poder por acaso, na enfermidade do este sim festejado operário da medicina e prefeito de Belo Horizonte, o saudoso médico Célio de Castro. Com a morte deste, valeu-se de sua retumbante vocação para lutar pelo poder para atropelar - à imagem e semelhança de sua companheira de terrorismo - princípios morais que se exigiriam de políticos na acepção da palavra. Por certo que estes não mais se exibem no congresso de putas e sacanas, mas se posam de vestais nunca poderiam usar os meios que usaram para fraudar eleições. Como foram fraudadas as eleições em Minas e que certamente, não derrotariam Aécio. As improbidades morais do antigo ministro e seus suspeitíssimos contratos de consultoria acabaram caindo no esquecimento bem como os dispositivos apontados pelo TCU para obstrução da prestação de contas de seus gastos de campanha. Não poderia ser empossado e ainda de graça, apareceu do nada – sem comprovação – uma suspeita menção à lista do doleiro de seu quase antecessor no governo mineiro. Este é o jeito insano do seu partido de desviar atenções para os atos contínuos da famigerada e useira faceta para corromper e a de acusar os outros levianamente. Esta a grande especialidade do ex-ativista.

 

Kassab, de jeito manso, trejeitos e desajeitado para tentar passar a imagem de habilidoso, é outro fruto da excrescência do acaso que nos impinge a pior safra de políticos de todos os tempos e que resulta num ministério de mediocridades jamais dantes visto no país graças sobretudo a outra sumidade de quinto mundo representada pela senhora dona arrogância.

 

Ao ostracismo e luto de Serra, varrido pelo seu último insucesso na eleição presidencial e na desastrosa vacância da prefeitura de São Paulo propiciou o nascimento de outro rebento que nos atira à facea infelicidade de nossos descaminhos. Considero que estamos diante de mais um filhote dos despautérios que comandam o nosso desastre de votar e perpetuar oportunistas no poder. A face oculta deste cidadão vai ter momento prematuro para desvendar sua personalidade ambígua. Alçado a um ministério de boas verbas e em meio a esse conjunto amorfo de desesperados pelo poder que aceitaram ser ministros  num governo natimorto e que já deveria ter sido impedido, Kassab deverá ser atropelado por um risco que a sua arrogância e semelhança com um certo sírio, parece desprezar:  o impedimento por prevaricação da sua patrocinadora e a ascensão do presidente do partido com quem quer duelar.

Quem viver verá!

 

 

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 Escrito por Giuse Brandoni às 20h35 [] [envie esta mensagem]



Publicado por José Neumane no Estadão

 

17/12/2014

 às 21:10 \ Opinião

José Nêumanne: ‘Larga o poço, Graciosa!’

Publicado no Estadão desta quarta-feira

Na quinta-feira o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, resumiu numa sentença lapidar a frustração de todos os brasileiros com a roubalheira na Petrobras, que seus subordinados estão investigando na Operação Lava Jato: “Essas pessoas roubaram o orgulho dos brasileiros”. Fê-lo em Curitiba, onde tinha ido entregar a denúncia deles à Justiça, fechando a semana que começara cobrando a demissão da diretoria da estatal, em solenidade da instituição que chefia, no Dia Internacional de Combate à Corrupção. Incapaz de tomar uma atitude que não seja para cumprir ordem da chefe, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ali presente, ressuscitou o Conselheiro Acácio, de Eça, ao reconhecer a existência de indícios de corrupção na ex-maior empresa do Brasil (agora é a quarta, abaixo de Ambev, Itaú e Bradesco). Só depois negaria legitimidade ao cobrador, na ausência deste.

De fato, não é atribuição de Janot nomear ou demitir funcionários de uma empresa controlada pelo Estado e gerida, em última instância, pela chefe do governo, eleita pela maioria de seus proprietários, os cidadãos. No entanto, o procurador é o encarregado de zelar pela integridade, inclusive moral, das instituições. Faz parte de seus encargos combater a corrupção e denunciar os corruptos, tarefa que a própria “presidenta” encampou, de forma imprópria, na campanha em que se reelegeu. Além disso, ele, como qualquer brasileiro, está vendo nosso patrimônio erodir sob o impacto das picaretadas de um bando liderado pelo doleiro Alberto Youssef, facínora menor do Norte do Paraná.

À sombra deste agiam petroleiros desavergonhados, como Paulo Roberto Costa, que o ex-presidente Lula chamava de Paulinho, Renato Duque e Pedro Barusco; e políticos do partido do governo e da base aliada, remanescentes do escândalo do roubo de Santo André, que resultou no assassínio ainda impune do prefeito Celso Daniel. E do mensalão, cujos operadores cumprem pena por graves crimes como corrupção e lavagem de dinheiro.

Se nós, pobres mortais cá na planície, nos enojamos e nos envergonhamos do noticiário que acompanhamos “diuturnamente e noturnamente”, como diria dona Dilma em seu vernáculo mambembe, o que dizer de um funcionário que, por dever de ofício, sabe tudo o que nos chega e muito mais? A reação do causídico Cardozo, ao assumir depois a defesa da diretoria da Petrobras em entrevista, essa, sim, é que não tem propósito algum. Não tanto porque a função seria do ministro de Minas e Energia, cuja ausência mais uma vez se fez notar. Mas, sim, porque lhe cabe é chefiar, pelo menos em tese, os agentes da Polícia Federal que participam da devassa de algo que nos envergonha e mais deveria escandalizá-lo.

E agora sobram motivos para Cardozo retirar o que disse:

1) Domingo a manchete deste Estado foi: Petrobras vale menos do que antes do pré-sal. Porque a “empresa, que chegou a valer R$ 737 bilhões em maio de 2008, hoje está avaliada em R$ 127 bilhões”.

2) No mesmo dia a Folha de S.Paulo noticiou a consequência dessa evidência da “gestão desastrosa”, da qual Janot reclamou: “25% dos investidores institucionais (fundos de pensão e investimento) reduziram, desde o início do semestre, em ao menos um terço o número de papéis negociados em Nova York que possuíam”.

3) Por causa disso, as ações preferenciais da estatal caíram anteontem 9,2%, atingindo o menor valor em mais de dez anos e levando o Ibovespa ao pior nível em nove meses. E o dólar subiu até R$ 2,75!

4) Na Veja desta semana, Lauro Jardim informa na coluna Radar: “Enquanto as maiores petrolíferas do mundo tiveram um crescimento médio acima de 20% nos últimos quatro anos, a Petrobrás desvalorizou-se 80,4% entre dezembro de 2010 e dezembro deste ano”. Exemplos: a ExxonMobil valorizou-se 24,5%; a Chevron, 26,2%; e a Shell, 17,5% – no mesmo período.

5) O Globo informou que a estatal comprou uma plataforma da SBM sem valor indicado no contrato. Para receber o US$ 1,2 bilhão da compra a vendedora teve de pagar US$ 36,3 milhões em propinas. Nem um botequim pé-sujo se manteria aberto se seu proprietário se arriscasse a assinar contratos com preço em aberto. Mas o causídico Cardozo jura que não há motivos para a diretoria da Petrobras largar o poço…

6) Ontem o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro denunciou a estatal por suspeita de superfaturamento.

7) Graça Foster demitiu a geóloga Venina Velosa da Fonseca, assessora do delator premiado Paulo Roberto da Costa, impedindo que ela cuidasse de um “transtorno de ansiedade”, diagnosticado por uma clínica de Cingapura, para onde a tinha exilado. Isso porque esta ousou denunciar irregularidades que fizeram passar de R$ 4 bilhões para R$ 40 bilhões o custo da refinaria de Abreu e Lima (PE). A denúncia consta de documentos entregues por ela ao Valor Econômico.

Neles está provado que, ao contrário do que disseram à comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) no Congresso a presidente, Graça Foster, e o diretor de Abastecimento e Refino, José Carlos Cosenza, ambos foram informados pela funcionária e não tomaram nenhuma providência. Ou seja, mentiram!

A Petrobras até tentou ontem desmentir a “empregada” Venina em nota oficial, mas não convenceu nem a Velhinha de Taubaté. Pois há cinco dias, em outra nota, garantia que foram instauradas comissões de inquérito para apurar as denúncias da geóloga. Como pôde investigar informações sem antes recebê-las?

 

Orgulha-se a presidente Dilma Rousseff da Petrobras que, gerida por sua amiga Foster, por ela chamada de Graciosa, trata uma trabalhadora como agiu com a denunciante? Ou será o caso de dizer que maltratar um “empregado” que ouse desafiar e delatar delinquentes indicados pelo PT e aliados é mais uma “malfeitoria” da quadrilha que dilapida o patrimônio do povo brasileiro?

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 Escrito por Giuse Brandoni às 20h31 [] [envie esta mensagem]



PETROBRAS: problemas de caixa já estão pressionando.

 

Salvador Sícoli Filho – 21/12/14 apud nota de Alexa Salomão do Estadão em Macaé

 

Com problemas de caixa a Petrobras optou por cortar investimentos principalmente na perfuração de novos poços que consome muito capital e passou a atuar na produção somente nos poços já existentes.

Segundo executivos do setor que preferem não ver seus nomes citados, a medida pegou de surpresa os fornecedores: provocou prejuízos em empresas que fizeram grandes investimentos, levou a demissão de dezenas de profissionais qualificados e está desmantelando a ampla cadeia de negócios voltados à prospecção de novos poços.

A freada na prospecção fica clara quando se olha as sondas em alto mar -  também chamadas de plataformas off-shore. Os relatórios de operação das sondas de perfuração divulgados pela Petrobras mostraram que 20 chegaram a perfurar novos poços de petróleo em janeiro de 2013.

Na semana que passou fechada em 19/12 apenas 7 estavam na atividade. A maioria das sondas – 37 delas atuavam na chamada completação eletromecânica, atividade preliminar À entrada em operação ou produção.

 

No relatórío, constata-se que o nº total de sondas de perfuração vem caindo.

Chegaram a ser 80 em janeiro de 2013. Agora são apenas 60. Muitas atuam em “outras operações”, designação genérica que , para especialistas, sinaliza que elas podem estar paradas.

Na semana passada, 14 faziam “outras operações”.

Para a Petrobrás, manter os equipamentos parados pode ser uma boa economia. Por dia , apenas o aluguel da sonda varia de US$ 300 mil (para equipamentos mais antigos) a quase US$ 1 milhão ( no caso de navios sondas mais modernos).

Quando estão operando os custos dobram. Para o prestador de serviços, porém, a locação pura e simples não é uma boa medida. Na maioria dos contratos está previsto que o equipamento deve equivaler a 20% dos custos. Assim se a sonda parar, o prestador de serviços  fica sem 80% do valor previsto.

Pujança. A perfuração principalmente em alto mar  é um dos segmentos nos mais dinâmicos do setor de petróleo. Inclui fabricantes e fornecedores de grandes equipamentos e centenas de pequenas peças como brocas, válvulas, mangueiras e bombas, além de uma ampla estrutura de transporte, operação e  manutenção das sondas.

A Petrobras  chegou a sinalizara intenção de furar mil poços no país e atraiu as maiores empresas do setor como a Schlumberger, a Baker Hughes, a Halliburton e a NOV, que fizeram investimentos milionários, tiveram prejuízo e passaram a demitir.

Ninguém previu que a estatal restringiria um setor de tamanha pujança. “Não sei se foi por planejamento ou por falta dele, mas a Petrobrás e o governo – porque a decisão não técnica, mas política – está desmobilizando a cadeia de perfuração”, disse o Secretário de Desenvolvimento Econômico de Macaé, município símbolo do setor de petróleo e que agora sente a retração da atividade.

A estratégia de focar na produção e frear a perfuração teve início em meados de 2012. Na época o lucro líquido da Petrobrás caía e a estatal já sentia os efeitos do congelamento de preços de combustível, iniciado em 2011. De lá para cá expectativas de contratos se frustraram e licitações foram adiadas.  Funcionários da Petrobrás explicam que é preciso produzir o máximo para fazer caixa com a venda de petróleo e trocar óleo cru por gasolina”, diz um executivo com 30 anos de atuação na área.

A estatal de fato aumentou a produção, mas os indicadores financeiros não melhoraram e o futuro da cadeia está em xeque. “Sondas foram enviadas a ouros países, pessoal qualificado está migrando e a Petrobrás perdeu credibilidade: vais ser mais difícil e caro remontar a cadeia no futuro”, diz um executivo da empresa.

Emprego. No setor, estima-se que mais de 5 mil tenham sido demitidos na área de perfuração. O Sindicato dos Trabalhadores Offshore do Brasil não consolidou os dados, mas faz 20 rescisões por dia. Em ter os demitidos mais qualificados, sair do Brasil é uma opção. Um deles diz que é consenso entre os colegas que o escândalo da Lava Jato vai retardar a recuperação do setor e tenta uma vaga em Houston, no Texas.

A Petrobrás em nota  diz que aumentou a demanda por intervenção em poços, compensando eventual redução cíclica dos serviços utilizados para as atividades da produção ( perfuração e completação de poços)”.

 Destacou ainda que o Plano de Negócios de 2014 a 2018 prevê investimentos de US$ 23,5 bilhões na atividade exploratória e de US$ 130, 4 bilhões no desenvolvimento da produção.

Salve-se quem puder. A empresa que é o carro chefe da economia com um peso acima de 10% na geração de serviços e com forte apelo propulsor no desdobramento da cadeia, entra em rota descendente graças à política impudente adotada pela política governamental de represar seus preços, inchar o consumo de combustíveis e incentivando letalmente a utilização individual de veículos automores. O resultado provoca agora o desmonte compulsório da sua política insana.

Com o escândalo detonando sua reputação a Petrobrás não tem mais a confiança dos investidores principalmente dos estrangeiros que investiram pesadamente em suas ações e alavancaram o grande aumento de capital de 2010.

Sem crédito e ameaçada por ações judiciais nos USA a empresa colhe os frutos da ausência de administradores preparados e desastrosa política de aparelhamento do partido governamental.

 

 


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 Escrito por Giuse Brandoni às 20h29 [] [envie esta mensagem]



CALAMIDADE LIQUIDA A EX MAIOR EMPRESA DO PAÍS.

 

Giuseppe Brandoni – 21/12/14 revA

A frase do sr. Joaquim Levy de que após esse vendaval assim como em 1990 as empresas sairão mais fortes desse furacão de irresponsabilidades é de uma imbecilidade que faz lembrar um dos três patetas.

A situação em 1990 era uma ligada a fatores exógenos advindo da quebra mexicana e da moratória russa pouco antes.

Agora a nossa ex maior empresa trucidada pela incompetência de Lula e de Dilma, dois artesãos do despreparo para administrar nada quanto mais um país continental complexo, sucumbirá nos destroços da sua própria grandeza.

E levará de roldão um rol de empresas, desde empreiteiras a montadoras de navios e plataformas a fabricantes de equipamentos. Não sobrará pedra sobre pedra. Não será esse Levy, de cara aberta e sorriso patético quem conterá a maior crise pela qual não se sabe se o país sobreviverá. US$ 375 bilhões de reservas é muito pouco para cobrir o rombo da Petrobrás que os energúmenos tentarão salvar mas que a goela larga de políticos e empresários gananciosos conduziu ao holocausto irreversível.

Não há dinheiro para salvar a Petrobrás.

O seu rating e o do país ainda não foram rebaixados pois as agências de rating em vista de um montante tão colossal sabem que inviabilizarão até os “too big to fail” do mundo.

Lamentável!

Um coacher de renome diria para Levy falar o menos possível e se deter muito na meditação e ações urgentes necessárias para superar uma crise incomum.

Não contará com câmbio favorável e se quiser deter o mesmo via swaps cambiais queimará reservas rapidamente. Assume a Fazenda de um país que perdeu o que era mais importante: a reputação.

Alavancada, nossa maior ex-maior empresa tem o maior e mais irrespirável endividamento do planeta. Fato que deveria fazer corar e calar a boca da sem vergonhice e a desfaçatez de Lula e seus asseclas.

Vão marchar agora para o matadouro, ironia pérfida e penalizadora logo com ele o criador da maior aventura megalomaníaca de montar o maior açougue do mundo. Como o filho de generalista de zoológico para expert em commodities bovinas bancadas pelo BNDES.

Que a carne lhe seja fraca cada bebum de Rosemary tem a recompensa lhe embriaga. Passado o torpor a guilhotina do garrote lhe faria um bem que não merece.

A lamentar o fato de que empresários de vigor lhe tenham dado guarida só para se beneficiar das sinecuras da farra dos juros e recursos subsidiados do BNDES.

 

Com juros tão baratos pelo mundo jogar-se isto pela janela foi um lamentável crime de lesa-pátria da falange vermelha petista comandada por esse eloquente repentista e papagaio de pirata que sabe como ninguém decorar textos e palavras das quais jamais ousaria pronunciar sem o ponto providencial de seus estafetas ideológicos do caos.

 

O país está cansado.

 

 

Não cabem palavras gentis, repita-se, só o chicote das palavras fortes.

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 Escrito por Giuse Brandoni às 20h18 [] [envie esta mensagem]



Publicação do Estado de Minas

Prefeitura de Belo Horizonte empregou ex-marido de Dilma

Cláudio Galeno exerceu cargo de confiança na prefeitura do PT durante quase quatro anos



Renato Scapolatempore - Estado de Minas

Publicação: 18/10/2014 06:00 Atualização: 18/10/2014 07:47

Além do irmão Igor Rousseff, o ex-marido da presidente Dilma Rousseff (PT) Cláudio Galeno de Magalhães Linhares integrou o quadro da Prefeitura de Belo Horizonte como funcionário comissionado. Ele exerceu cargo de confiança por cinco anos durante a administração do petista Fernando Pimentel (PT), recém-eleito governador de Minas, e de seu sucessor e então aliado Marcio Lacerda (PSB). Galeno atuou como consultor técnico especializado, nomeado para atuar diretamente no gabinete do prefeito, com salário que chega hoje a R$ 13.569,68.

A nomeação do ex-marido de Dilma ocorreu em maio de 2005. Quatro anos depois, em janeiro de 2009, quando o mandato de Pimentel se encerrou, ele foi exonerado do cargo. Galeno voltou à prefeitura em abril de 2009, já na administração do recém-eleito Lacerda, dessa vez como gerente de 1º nível da Gerência de Acompanhamento de Colegiados. O salário para esse cargo atualmente é de R$ 8.544,04.

Na gestão de Lacerda, que em seu primeiro mandato era apoiado pelo PT e pelo PSDB, Galeno integrou o Comitê Governamental de Gestão Participativa e também o Conselho Fiscal da Belotur, empresa municipal de turismo. Ele saiu da prefeitura em 5 de julho de 2010, data da publicação de sua exoneração no Diário Oficial do Município (DOM).
Dilma Rousseff, Cláudio Galeno e Fernando Pimentel, que foi também ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior da presidente, eram amigos da época de juventude em Belo Horizonte. Na década de 1960, eles militavam no Comando de Libertação Nacional (Colina), organização de esquerda que combateu a ditadura militar.

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Galeno e Dilma se casaram em 1967, em um cartório civil com a presença de familiares e poucos amigos. O casamento não durou mais de dois anos. Em 1969, os dois militantes, já na clandestinidade, fugiram da capital mineira para o Rio. Pouco depois, Galeno foi para o Rio Grande do Sul, a pedido do Colina, e Dilma continuou no Rio. O militante participou no ano seguinte de sequestro de avião em Montevidéu, Uruguai, e ficou refugiado em Cuba. Assim como Dilma, Galeno se casou novamente.

IRMÃO Mais velho dos irmãos, Igor Rousseff também esteve na Prefeitura de Belo Horizonte com cargo de confiança durante a gestão de Pimentel, fato questionado em debate presidencial do SBT/Alterosa, anteontem, pelo candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB). Igor, que é advogado, foi nomeado assessor especial de Pimentel em setembro de 2003, pouco depois de o petista assumir a prefeitura, com a aposentadoria do então prefeito Célio de Castro. Em 1º de janeiro de 2005, ele foi exonerado da função.

Três meses depois, o irmão de Dilma, que na época era ministra da Casa Civil do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, voltou à prefeitura como assessor especial da Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Informação. Ele exerceu o cargo por três anos e 10 meses, até 1º janeiro de 2009, quando se encerrou o mandato de Pimentel. Assim como Igor Rousseff, todos os servidores que não tinham cargos efetivos na estrutura da administração municipal foram exonerados.

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 Escrito por Giuse Brandoni às 20h08 [] [envie esta mensagem]



IRRESPONSABILIDADE DUPLA, CINISMO PATÉTICO.

Giuseppe Brandoni – 20/12/14

O que fazem Dilma e Graça que ainda não pediram demissão? Prevaricar é crime passível de demissão e cobertura dos prejuízos advindos da inépcia.

 

A eventual e patética presidente da Petrobras é de um cinismo tão assustador quanto a sua fisionomia digna das damas telúricas dos filmes de terror de Roger Corman.

Deveria contracenar com Peter Ustinov, Boris Karloff ou um certo lixeiro de ribeirão chamado Palocci. É ridícula e sua fala de Drácula da ex maior empresa do país deixa a todos envergonhados tal a sua desfaçatez. Pobre  país esse que conseguiu juntar numa só equipe os mensageiros do apocalipse da mais tenebrosa rede de corrupção nunca dantes vista no planeta.

Tudo no mundo do capo Ignacio é grandioso.

Transformaram uma empresa de US$ 400 bi ao lado da Exxon, da BG, da Shell Dutche, da Chevron, numa reles empresa de menos de US$ 40 bi se levarmos em conta a cotação na sexta passada, dia19.

Quem são os responsáveis pela devastação destruidora da empresa?

- Paulo Roberto, que saiu de Betim para o mundo como eterno chefe da Comissão de Licitações até virar diretor pelas graças do sábio Ignácio, o eterno professor aloprado e seu séquitos de vagabundos da esperteza?!

- Yousseff , a rima perfeita de Dilma, ou o compadrio espúrio do artesão descuidado e ousado da lavanderia de luxo da fina flor da bandidagem de Brasília encouraçada na Casa de Tolerância Máxima e proximidades?

Baixos e altos cleros fundidos com o requinte de mafiosos protegidos por pretas togas do inaudito e insólito supremo poder.

Nada disto. A responsabilidade é única e primeiramente de um energúmeno que blindado por empresários havidos por facilidades patrocinaram a excrescência da sua primeira candidatura.

E depois, aquinhoados pelas benesses e facilidades dos alcoviteiros de plantão, hábeis na inversão de valores e ávidos por se locupletarem a curto prazo, atropelaram e estupraram – para usar uma palavra em voga bolsonariana  - toda a população estarrecida. E ainda continuam pagando o Ibope para subir a cotação expressa no poste.

É a recidiva de um terrorismo que retornou agora sob a forma da bandidagem escancarada e comandada dos presídios – o maior cabo eleitoral de uma eleição viciada pois nítida e insofismavelmente orquestrada por dinheiro sujo para comprar desvalidos. Agora Minas Gerais se explica...

Com o casal de terroristas, amplos conhecedores das táticas de assalto a bancos,  não poderia ser mesma surpresa que a eleição tivesse resultado adulterado.

Resta- nos num coro uníssono gritar:

 

Renunciem antes  que  quebrem o país.

A Petrobrás já quebraram.

A empresa foi sucateada e assaltada no que lhe é mais importante: a reputação.

Reputação que foi para o lixo.

Não consegue dinheiro de ninguém no estrangeiro a não ser que haja algum banqueiro ávido para eletrocutar-se na alta tensão de suas plataformas prestes a afundar corroídas na maresia do sobrepreço e da pressão desmesurada da queda dos preços do petróleo prestes a inviabilizá-la.

É um caminho sem fim.

Dilma com a sua notória e mal explorada – por Aécio – incompetência conseguiu o que nenhum privativista  jamais imaginara: inviabilizar a empresa a ponto de a privatização ser a única saída para a mesma.

Agora ao invés de importarmos aço dos chineses, plataformas de Cingapura e engenheiros da Korea, vamos ter de vender aos mesmos o que sobrou do lodaçal de incompetência de Dilma e de graça, da ladroagem de Gabrielli, Lula, Paulo Roberto e centenas de outros que não caberiam num porão dos Valemax.

Para Dilma e toda a diretoria em desgraça – sem exceção de  barbassa nenhuma, a porta da rua é a serventia da casa.

Renunciem rápido pois está prestes a bancarrota.

Não da empresa e sim do país.


Aos demais com o capo à frente, cadeia rápido.

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 Escrito por Giuse Brandoni às 20h03 [] [envie esta mensagem]



Um reles bajulador é proxeneta das frases prolixas de  intelectual  ventríloquo.

Giuse Brandoni  - GB – 29/04/15

 

Que país é este?

É mais uma cuspida na cara do cidadão pela infeliz que nos desgoverna;

Esse reles puxa -sacos inconsequente quer se amasiar agora com a parte podre do congresso alisando a cada um, prometendo benesses aos que forem denunciados por essa fétida montanha de estrumes que exala da corrupção petista do petrolão. Está prometendo canduras,  afagos e absolvições se tiver aprovada  a sua ascensão ao ridículo  e destruído tribunal. Pobre Carmen Lúcia. Como estás acabada.  O nosso sério e competente Itamar deve estar se contorcendo no túmulo sofrendo com você. Essa figura ridícula, grotesca no tribunal? Trata-se de um paspalho,  ignorante que recolhe do dicionário palavras difíceis e embola as mesmas por jogo de dados misturando-lhe os sentidos. Só senadores idiotas, ignorantes ou vendidos podem aprovar esse lixo fantasiado pela rainha das indicações de medíocres. No governo das mediocridades completa-se o circo com um Tribunal de velhacos sbservientes. qu O que fazem os movimentos que levaram milhões às ruas que não se manifesta já e cerca o STF?

Basta de rosas barrosas, ou teoricos zavascos, e totós foliados aliados do abjeto partido que implodiu o país. O Brasil está mais dizimado que o Nepal. Nossa ruína é moral.

Em que se lastreia o sr . Gilmar para se unir aos advogados do PT no STF?

Falta vergonha, senhores. Faltam vergonha e movimento nas ruas para cercar o STF.

 Já fiz o cronograma para a desmontagem da pouca vergonha. Vamos deixar esses vândalos travestidos de juízes desgraçarem para sempre o país?

Cerco neles senão a desgraça vai continuar no poder dizimando o país com a sua infindável incompetência. Ela já foi calada. Se abrir a boca receberá panelaço. O panelaço deve ser agora para o Senado para impedi-lo de consumar essa figura ridícula e que aparecer é capaz de patrocinar qualquer causa.

Quem defende o MST e produz estultícias como as redigiu só pode ter pacto com o ralé dos puxas -sacos.

Esse baba ovo é o voto decisivo que falta para a consumação da escrotidão a desgovernar o país nos três antigos e devastados poderes da república.

Há que se impedir.

 

Quem impedir isto pode se tornar o maior herói nacional. Essa é uma questão de vida ou de morte. Há que se mudar a lei para impedir essa indicação perniciosa e que consagrará a incolumidade e perpetuará a impunidade dos corruptos políticos e governantes que destroem o país.

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 Escrito por Giuse Brandoni às 19h07 [] [envie esta mensagem]



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30/04/2015

 às 4:12

Fachin: a mente divinal por trás de propostas que transformam a família na casa-da-mãe-joana

Luiz Edson Fachin, indicado por Dilma Rousseff para uma vaga no Supremo Tribunal Federal, encontra resistências no Senado. À medida que suas heterodoxias no campo do direito vêm à luz, essa resistência aumenta. Na tarde e noite desta quarta, no entanto, notou-se um esmorecimento do PMDB. Parece que há gente tentada a trocar cargos no segundo e terceiro escalões por um endosso ao nome do advogado que considera os produtores rurais brasileiros “espíritos caiados pelo ódio e pela violência” e que prega abertamente o fim da propriedade privada.

Também no campo do direito familiar, Fachin é um assombro. O prefácio a um livro em que dá piscadelas à poligamia chega a ser café pequeno perto do que ele é capaz de produzir na área.

 

Fachin é diretor de um troço chamado IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito da Família). É seu grande pensador. O tal instituto conseguiu emplacar algumas propostas no PLS 470/2013, que institui o “Estatuto da Família”. Querem ver as maravilhas?

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 Escrito por Giuse Brandoni às 19h06 [] [envie esta mensagem]



As teses do comunista Fachin

Teses do FACHIN

Direitos de Amante
O PLS propõe que todas as relações possam ser reconhecidas como entidades familiares, inclusive as relações extraconjugais. Leiam dispositivos.

Art. 3º É protegida a família em qualquer de suas modalidades e as pessoas que a integram.

Art. 4º Todos os integrantes da entidade familiar devem ser respeitados em sua dignidade pela família, sociedade e Estado.

Art. 5º.Constituem princípios fundamentais para a interpretação e aplicação deste Estatuto:
I – a dignidade da pessoa humana;
II – a solidariedade;
III – a responsabilidade;
IV – a afetividade;
V – a convivência familiar;
VI – a igualdade das entidades familiares;
VII – a igualdade parental e o melhor interesse da criança e do adolescente;
VIII – o direito à busca da felicidade e ao bem-estar.

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 Escrito por Giuse Brandoni às 19h05 [] [envie esta mensagem]




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